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Amo muito tudo isso: Konbinis

Fui uma vez só pro Japão, fiquei deslumbrado e cometi alguns erros primários. Talvez o pior deles tenha sido o fato de eu não ter tirado muitas fotos. Pra falar a verdade, eu devo ter tirado um total de 3 fotos na viagem inteira. O resto foi o Nagae e a Dani que tiraram, porque o Marcio gosta tanto de fotos quanto eu… O resultado é que, pra fazer esse post sobre konbinis, tive que procurar imagens na internet. Sim, caro (oi, tem alguém aí?) leitor: não temos NENHUMA foto de konbini tirada por nós mesmos. Um sacrilégio, tendo em vista que existem tantos konbini no Japão quanto ladrão no Brasil. Tá, vai, não existem tantos konbinis assim, mas tem bastante, de qualquer jeito.

Antes de prosseguir, abro um parênteses aqui. Eu achava que o certo era “conbini”, não sei por que. Seguindo a gramática brasileira, o certo seria “combini”, com o M vindo sempre antes do B e do P. Mas blé, essa não é uma palavra brasileira. No Google, apareceram mais resultados escrevendo “konbini”, então daqui por diante vamos (eu vou) escrever desse jeito. Enfim, o padrão internacional pode até ser esse, mas o certo mesmo seria escrever em katakana.

Retomando, assim como as máquinas de suco/refrigerante do post anterior, os konbinis não são uma coisa de outro mundo. As versões não-japonesas seriam as lojas de conveniência que vemos em vários postos de gasolina no Brasil. Agora, vamos listar as diferenças:

1- No Japão, existem konbinis em todos os lugares, não só em postos de gasolina;

2- Como não existem bancas no Japão, os konbinis também vendem revistas e mangás;

3- Os konbinis estão para as lojas de conveniência assim como um restaurante luxuoso está para um vendedor de carne de gato da Praça da Sé: sim, tanto um quanto outro vende comida, mas o primeiro é muito maior, tem muito mais variedade, tem um ambiente muito mais agradável e é muito mais limpo que o segundo.

Os konbinis fazem parte da cultura japonesa moderna, e assim como as máquinas de suco, estão espalhados por todo o Japão, indo do centro de Tokyo até as cidadezinhas do interior. Existem muitas redes de konbini, como o Seven-Eleven, Dawson, Family Mart e até a versão japonesa do AM PM, mas pelo menos em nossa primeira estadia em Tokyo, sempre demos prioridade à Community Store. O motivo é bem simples, foi graças à mulher que trabalhava no caixa que conseguimos achar o endereço do nosso hostel. Vivo repetindo que, se não fosse por ela, provavelmente nunca teríamos achado o lugar certo, e aí a gente passaria a noite na rua que nem um bando de mendigos.

E, não podemos de deixar de completar a história: o Marcio chamou a mulher de monstro, ela deve ter ouvido e, complexada, deve ter cometido suicídio, afinal, nunca mais vimos a mulher lá, apesar de ter ido 4 dias consecutivos comprar besteiras diversas no mesmo lugar. Tudo bem que ela com certeza chegou tarde na fila da beleza antes de nascer, ou nem sabia que era possível passar na fila pra ficar um pouco mais bonitinha, mas o Marcio não precisava ter falado (quase) na cara dela. Marcio, se algum dia você sentir alguém puxando seu pé na hora de dormir, a gente confirma que fantasma pode atravessar o mundo por puro rancor…

Eles podiam ter usado um relógio digital desses que a gente vê espalhados por São Paulo. Eles podiam ter colocado uma tela de LED com um videozinho que se alterna, só pra distrair o pessoal que passa e enfeitar o lugar. Mas na Estação de Osaka, o pessoal decidiu usar água pra dar um toque diferente na decoração. Água e mágica.

Era uma tarde de segunda-feira, eu realizava normalmente meu trabalho mundano, conformado em ter que esperar pelo menos até o ano que vem pra fazer outra viagem pro Japão. Aí o Nagae me passa um link de um site. Tem uma companhia aérea vendendo passagem de ida e volta pro Japão por menos de 2 mil dinheiros brasileiros. Isso é menos da metade do que a gente pagou na primeira viagem.

Naquele instante, não consegui mais trabalhar direito, e voltei minhas atenções a tentar convencer alguém a aproveitar a promoção e ir pro Japão comigo. É que os preços pela Turkish Airlines só valem pro mês de novembro, então eu tinha que correr. É, estamos na metade de setembro, com menos de dois meses pra poder aproveitar esses preços, então é difícil achar alguém com tanta vontade quanto eu de ir pro Japão, a ponto de jogar tudo pro alto do nada e sair correndo pro aeroporto. Ou seja, não consegui convencer ninguém.

Eu poderia ir sozinho, mas sei lá, Japão é um lugar pra ir com alguém pra poder apontar pros lugares e falar “NOSSA QUE ANIMAL VOCÊ VIU AQUILO?!”. Se eu for sozinho, não vou poder fazer isso, a não ser que eu fosse louco e falasse comigo mesmo.

O jeito é torcer por uma promoção dessas no ano que vem…

Um dos maiores símbolos de Tokyo, literalmente falando, é a Tokyo Tower. É o que mais ajuda a reconhecer a cidade quando a gente vê aquelas imagens panorâmicas. O que eu não sabia é que a Tokyo Tower tinha outro propósito além de ser simplesmente um ponto turístico. Ela era o principal centro de transmissão do sinal de TV e rádio no Japão. O problema é que a presença de prédios altos começaram a interferir com o sinal, então a solução foi construir uma torre mais alta.

É aí que entra a Tokyo Sky Tree. São 634 metros de altura, contra os 333 metros da Tokyo Tower. Atualmente, é a torre mais alta do mundo, e a segunda construção mais alta, perdendo só para aquele super prédio em Dubai. A previsão de conclusão da obra é até o final desse ano, e a abertura pro público fica para a primavera de 2012.

Tá aí, mais um lugar pra eu ir quando for pro Japão, e até lá já vão ter liberado a entrada. Pelo que eu vi, o último andar vai ficar a 450 metros de altura, sendo que o da Tokyo Tower fica a 250 metros. A Sky Tree vai ser o centro de um distrito comercial que vai ligar as estações Narihirabashi e Oshiage, vai ter restaurante lá em cima e tal, tudo muito legal. Eu vou, com certeza. Mas e aí, a Tokyo Tower vai permanecer só como ponto turístico mesmo? Tomara que não desativem/derrubem ela. É um lugar legal, e pelo menos as cores são melhores que as da Sky Tree, a Tokyo Tower é laranja e branca, parece um cone. =)

Alguém aí assistiu Brasil x Paraguai? Foi um jogo estranho, pela primeira vez na Copa América, o Brasil jogou bem, o Paraguai não conseguiu levar perigo pro frangueiro do Júlio César, Pato e Neymar perderam trocentos gols, o jogo foi pra prorrogação, penalidades, e… bom, foi engraçado. 4 cobranças, nenhum gol, Brasil eliminado. Deve ter sido a primeira vez que um time de futebol cobrou quatro penaulties sem conseguir marcar uma vez sequer. O Brasil fez história no esporte!

Mais ou menos na mesma hora, estava acontecendo a final da Copa do Mundo Feminina de Futebol. O Japão passou pela anfitriã e bicampeã Alemanha nas quartas, pela Suécia nas semis e enfrentava os Estados Unidos, que por sua vez eliminou Brasil e França nas fases anteriores. Empate por 1 a 1 no tempo normal, e mais um gol pra cada lado na prorrogação, sendo que as americanas estiveram em vantagem duas vezes, e as japonesas tiveram que correr atrás do empate. Na decisão por penaulties, 3 a 1 e Japão campeão mundial de futebol pela primeira vez na história.

Eu assisti o jogo do Brasil, não sei se algum canal televisionou a final do mundial feminino. Mas me arrependo disso. Hoje, quase não existe mais diferença entre futebol masculino e feminino. Tecnicamente, pelo menos, porque os salários dos jogadores ainda é muito maior que das jogadoras. As mulheres sempre jogaram nos mesmos campos que os homens, com as mesmas dimensões. Pode existir diferença na força das divididas, e é verdade que não existe nenhuma goleira lá muito boa ainda, mas em questões técnicas, a diferença já não é tão grande. A seleção feminina do Brasil tem a Marta, ela é melhor que qualquer um daquele time do Mano que foi eliminado pelo Paraguai.

As japonesas acertaram 3 cobranças, e levaram o título pra casa. Elano e André Santos jogaram a bola pra fora do estádio, Thiago Silva cobrou igual o Tevez um dia antes e o goleiro pegou sem dificuldades, e o Fred tentou colocar no ângulo e errou feio. Lembrando, os gols tem as mesmas dimensões…

Fico pensando se pudesse fazer times mistos. A Marta estaria no Barcelona, e um monte de perna de pau que joga na Europa estaria desempregado.

Ah é, fato curioso: Karina Maruyama, a jogadora que marcou o gol da classificação nas quartas de final, contra a Alemanha, trabalhava na usina nuclear de Fukushima!

Cena clássica de quando se está andando com o Nagae: ele faz uma pose ridícula e pede pra você tirar uma foto dele. A princípio, eu pensei que era nascisismo, já que ele adora tirar foto dele mesmo, mas depois cheguei à conclusão que é masoquismo, afinal, ele gosta de passar ridículo, registrar e mostrar pra todo mundo depois.

Deixando de lado as bizarrices do nosso amigo aí, inauguro aqui uma série de posts pra falar das coisas legais que me fazem gostar do Japão. São coisas corriqueiras na vida de qualquer japonês, mas que fazem toda a diferença pra quem não está acostumado com elas. Sim, eu roubei o slogan do McDonald’s na cara dura, é uma frase simples e que o povão já tá cansado de ouvir, mas que explica bem o sentido desses posts. Sem mais enrolações, vamos começar com as onipresentes máquinas de suco.

Máquinas de suco/refrigerante não são nada de outro mundo, nenhuma maravilha tecnológica que nenhum paulistano jamais tenha visto. A diferença é que a presença delas em São Paulo é extremamente rara, enquanto no Japão, o raro é percorrer algumas quadras sem passar por pelo menos uma. Essas máquinas de suco estão em todos os lugares imagináveis: nas ruas, dentro de prédios de todos os tipos, em parques, nas estações de trem e metrô… e não apenas em grandes cidades como Tóquio. Andamos em Kakegawa, em uma área exclusivamente residencial, onde haviam apenas casas simples e nada mais, e mesmo assim, lá estava uma máquina de suco por quarteirão.

Pode parecer que não, mas essas máquinas são uma mão na roda, ainda mais se você é um turista perdido vagando sem rumo pela cidade. No Brasil, se você está andando por aí e bateu aquela sede, ou você carrega de casa uma garrafinha de (insira seu líquido preferido aqui), ou você entra em um boteco qualquer e escolhe entre as limitadas opções disponíveis. No Japão, é só sacar umas moedinhas e ir até a máquina mais próxima.

Fora que as opções são muitas : água, sucos de todos os tipos, cafés quentes e gelados, e existem máquinas que vendem cerveja e outras bebidas alcoólicas. Não sei como funciona o acesso a essas últimas, mas enfim, se existem crianças japonesas embriagadas brincando nos playgrounds públicos, o problema não é meu.

Ah, o senso de humor... era só passar por uma máquina com uma lata dessas, que lá ia um de nós dizer "olha, orgia!"... Aliás, isso é um tipo de café, e o nome é GeORGIA. Hah! Engraçado né? Err...

Além da comodidade, tem um lado obscuro da mente humana que sente um prazer em tirar bebidas dessas máquinas. Era inevitável: se eu já não estivesse com uma garrafa de suco na mão, sempre que eu passava por uma máquina dessas, eu comprava outra. Experimentei vários tipos, do tradicional (e recomendado) suco de laranja do rótulo sorridente, passando por chás ruins e amargos, o suco de maçã da lata indestrutível, uma mistura de água de coco e Yakult, até chegar no traumático suco com pedaços de fruta que era um parto tomar na lata, e que o Nagae fez o favor de me dizer que parecia catarro, isso enquanto eu “bebia” a meleca.

A presença dessas máquinas de suco em tudo quanto é canto só é possível em países civilizados, onde não existe o risco de serem depredadas, roubadas, destruídas e vandalizadas. Aliás, a Suntory, famosa por suas bebidas alcoólicas, mas que também produz refrigerantes, chás e sucos, anunciou que suas máquinas são produzidas com um tipo de “medida de emergência”: em tempos de crise, como no caso do terremoto seguido de tsunami que atingiu o Japão recentemente, as máquinas da empresa liberam bebidas de graça, basta retirar a trava. Ou seja, teoricamente, qualquer um poderia chegar a qualquer momento e tirar bebidas de graça das máquinas da Suntory, mas os japoneses fazem isso apenas quando realmente necessário, não simplesmente “por sacanagem”.

Agora, fica a pergunta: o Japão é perfeito por causa das máquinas de suco, ou só existem tantas máquinas de suco no Japão porque o país é perfeito?*

Eu não sei, mas vamos girando esse “círculo vicioso da perfeição” nessa série de posts! Exclamação!

*eu sei, não existe nada perfeito, mas é mais fácil dizer “o Japão é perfeito” do que dizer algo como “o Japão é um país que reúne uma série de características que são do meu agrado em particular”. Agora, para de pegar no meu pé e me deixa ser empolgado, pô!

Até pouco tempo atrás, Coca pra mim era um líquido sagrado. Era a bebida perfeita pra acompanhar qualquer refeição, o gás e a acidez dava aquela sensação de resetar o sabor na boca, independente do que eu estivesse comendo. Eu estocava Coca em casa e sempre saía de casa com uma garrafa de 600ml, para “emergências”.

Isso, até há alguns dias atrás. Resolvi mudar de hábito.

No decorrer da vida, acabei desenvolvendo uma alergia a calor. Sol, esforço físico, coisas apimentadas e, é óbvio, qualquer lugar que esteja com uma temperatura elevada me causa coceira e eu fico parecendo um mapa do inferno, graças às manchas vermelhas. Fui no médico certa vez, e ele disse que isso é urticária, e não tem lá muita cura.

O estranho é que, durante o período em que estive no Japão, essa alergia sumiu. Eu andava debaixo do sol o dia inteiro e nada. Tomava banho fervendo e nada. Nem vermelho eu ficava. Aí, eu pensei o que eu fiz de diferente lá. A atmosfera, as coisas legais que existem  no Japão, essas coisas mais óbvias seriam impossíveis de se reproduzir no Brasil. A próxima coisa mais óbvia era o que eu bebia.

No Japão, graças às onipresentes máquinas de suco, eu quase não bebi Coca. Preferi experimentar o que tinha de diferente nessas máquinas, entre sucos bizarros e chás sem gosto. Daí surgiu minha ideia de parar, aos poucos, de beber Coca. Já era óbvio que eu faria isso quando morasse no Japão, mas por que não começar agora, pra ir acostumando?

Então, é isso. Resolvi apostar num hábito japonês, o de beber chá. E olha aí, essa propaganda aí até incentiva.

Se a minha alergia vai desaparecer, eu não sei. Mas pelo menos já vou me habituando ao estilo de vida japonês.

Eu odeio estudar, mas…

…dessa vez, está sendo necessário.

Eu nunca gostei de estudar, NUNCA. Na escola, eu sempre achei inútil estudar coisas como física e química, que obviamente, eu nunca iria usar na vida. Na faculdade, tive um monte de aulas inúteis também. E agora, pela primeira vez na vida, eu estou estudando uma coisa que realmente tenho interesse, e tenho certeza que vou usar num futuro próximo: a língua japonesa. Mas nem por isso está sendo divertido.

Hoje, teve prova. Até pensei em estudar durante a semana, mas cada vez que eu pegava o material pra estudar, me dava uma baita preguiça. A minha sorte é que, por enquanto, tá fácil. Mesmo tendo estudado aproximadamente uns 17 minutos antes da prova, acho que fui bem. O problema é que daqui a algum tempo as coisas vão começar a ficar difíceis, e eu vou ter que levar o negócio a sério, como nunca levei nada na vida. É, porque, se eu não levar o curso de japonês a sério, estou destinado a viver como um isolado no Japão, ou pior ainda, ter que ficar no Brasil pro resto da vida.

E esse foi o post rápido pra não deixar abril passar em branco. Um post bem em cima da hora, às 23:45 do dia 30. Mês que vem, tento fazer alguma coisa mais trabalhada, mais engraçada e informativa, na mesma proporção.

Vou tentar…

Nesses últimos dias, tenho recebido alguns comentários estranhos em posts meus. Não estranhos por discordarem da minha opinião, dizendo que eu só sei reclamar do Brasil, e que se eu tô tão insatisfeito assim com esse país, pra fazer minhas malas e ir logo pro Japão. Eu digo comentários estranhos, porque são comentários… bem, de estranhos, de gente que eu não conheço.

Eu nunca divulguei esse blog, não saio por aí fazendo propaganda, não troco links com outros sites, nem nada. Se você chegou até aqui, é porque ou conhece alguma das pessoas que postam, ou bisbilhotou no Google ou algum outro sistema de busca.

Agora, é o seguinte: a minha intenção era manter o blog só para pessoas conhecidas. Algum de vocês aí sabe como manter o blog “fechado” ou algo do tipo? Sério, eu não quero receber comentário de gente que eu nem conheço me enchendo o saco. Eu não tô postando minha opinião em um site conhecido, nem em redes sociais nem nada. Não é crime odiar o Brasil, também.

E só para responder aos meus fãs:

-Este blog não é o melhor lugar do mundo pra ficar sabendo de tudo sobre o terremoto no Japão.

-Eu não saí desse país ainda porque estou aprendendo a falar japonês, mas assim que eu estiver em um nível bom e conseguir arranjar um emprego lá, pode deixar que eu vou sair o mais rápido que puder do Brasil. Se mudar definitivamente de país não é tão simples quanto arrumar a mala e ir embora, eu quero ir pro Japão e chegar lá como um cidadão decente, não como indigente.

-Esse país “caloroso”, que recebeu imigrantes vindos de países sem recursos naturais de “braços abertos”, tão rico em sua natureza, ainda assim é um país de terceiro mundo. Um país de natureza perfeita, deveria ser o país mais rico do mundo, mas não é. Sabem por que? Justamente porque o povo brasileiro não soube levar o país pra frente, enquanto países pequenos como o Japão e a Alemanha, ou grandes como a China e os Estados Unidos, deixam o Brasil no chinelo.

Resumindo: clica ali em cima, na aba ???. Lá fala qual o propósito deste blog. Se você não conhece nenhum de nós 4, feche o site e vá fazer alguma coisa mais produtiva. O blog está público, eu não sei mexer direito no WordPress pra deixar privado, então se você caiu aqui enquanto navegava, foi mal. Peço que se retire e não volte mais a acessar este blog, assim tanto eu quanto você, querido leitor desconhecido, vamos nos poupar de maiores dores de cabeça, ok?

Isso é que é peça de teatro

Nunca entendi direito teatro. Do que os atores encenarem a mesma peça todo dia, não seria melhor filmar e fazer uma vez só? Além do mais, peças de teatro envolvem dramas chatos ou humor sem graça. E quem prefere ação? Bom, em mais uma amostra de inúmeras coisas que no Japão é melhor que no Brasil, tem a encenação desse vídeo aí em cima.

Muito bem feito, e com uma luta melhor que em muitos animes e filmes de ação por aí.

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