Ficamos um tempo sem postar nada, metade por cansaço, metade por preguiça, mas agora estou aqui, parado no shinkansen, e resolvi adiantar esse post pra falar do terceiro dia em Tokyo. Já faz um tempo, por isso eu esqueci de muita coisa, então o que eu não lembrar exatamente como aconteceu, eu vou inventar. É, assim mesmo, na cara de pau.
A primeira parte do dia foi um saco. Não sei por quê, mas o Marcio adora essas coisas de velho, e fez a gente ir ver o Palácio Imperial. Um monte de parque, uns castelos, e nada de muito interessante. Aí passamos em Ginza, paraíso das coisas de mulher como roupa e maquiagem, e de onde o André não quis mais sair, maravilhado com todas aquelas marcas que só mulher se interessa. Ele fez algumas compras de mulherzinha e depois seguimos pra Tokyo Tower. Andando. Sinto dor nos pés só de lembrar.
Em algum momento do caminho, o André esqueceu a sacola de compras e só foi lembrar dela quando a gente estava lá em cima, a 250 metros do chão. E mais andança pra procurar a tal sacola, falamos com um monte de gente e nada. Fazendo o caminho de volta, a caixa de um supermercado que a gente tinha entrado entrega a sacola. Se fosse no Brasil, teriam roubado a sacola com certeza.
Apesar de tudo, foi um dia divertido. Mesmo um programa de índio como esse pode ser bem aproveitado quando se anda pelas ruas de Tokyo, com suas milhares de máquinas de bebida e seus prédios bonitos.
Mas o ponto alto do dia, e talvez da viagem, tenha sido esse gato aí da foto. A expressão resume o que eu achei dessas “atrações”.