Bom, pelo menos esses caras já acordam na adrenalina. O mais engraçado é a cara de perdido do último coitado…
Quem precisa de despertador?
25 domingo jul 2010
25 domingo jul 2010
Bom, pelo menos esses caras já acordam na adrenalina. O mais engraçado é a cara de perdido do último coitado…
26 sábado jun 2010
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Mais uma prova inegável que a programação da televisão japonesa é superior.
19 segunda-feira abr 2010
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Não aguento mais viver no Brasil! Tudo que eu vejo aqui tá errado! O problema é que, antes de me mudar de vez pro Japão, eu preciso fazer alguns preparativos. Aprender a falar japonês é o maior deles. Enquanto ainda não estou fluente, fico aqui na frente do computador, assistindo programas de TV japoneses com legenda. E isso me faz lembrar de como a programação brasileira é maçante.
Primeiro, vamos falar sobre os comerciais. São todos chatos, fazem propaganda de produtos chatos, e a reação mais óbvia quando um programa entra nos comerciais é mudar de canal. Publicitários e produtores de TV sabem muito bem disso, e em vez de deixar os comerciais mais interessantes, ele colocam comerciais NO MEIO DOS PROGRAMAS. Se me lembro do pouco que aprendi na faculdade, isso se chama “merchandising tie-in”, ou alguma coisa do tipo, sei lá. E é um pé no saco. Um exemplo: você está lá, querendo ver os gols da rodada num domingo à noite, e o Milton Neves interrompe pra fazer propaganda de uma daquelas câmeras digitais que tira foto, serve de webcam e faz café ao mesmo tempo. Que idiotice. ME DEIXA VER OS GOLS, PÔ!*
O pior é que nem tem muito motivo pra aturar as propagandas maçantes, porque os programas também são chatos. Vamos analisar um “programa padrão”, como o Domingão do Faustão e esses programas em que o apresentador fica conversando com os convidados. É tudo muito chato! Um exemplo de conversa comum nesses programas:
Apresentador: Palmas para a dupla sertaneja XX e YY!
Dupla Sertaneja Genérica: É uma honra participar do seu programa! Sabe que eu sou seu fã desde que era pequeno?
Apresentador: Grande dupla! Parabéns pelo sucesso! Conte um pouco sobre a trajetória de vocês!
Dupla Sertaneja Genérica: blá blá blá…
Aí entra a atriz da novela das 8.
Apresentador: A outra convidada da noite é a Fulana, bonita como sempre! Você conhece a dupla XX e YY?
Atriz: Claro, sou fã deles!
Dupla Sertaneja Genérica: Eu é que sou fã, acompanho a carreira dela desde a Novela Genérica número 495 e…
ARGH!
O papo nesses programas é um verdadeiro cabo de guerra de puxação de saco. Tudo é politicamente correto demais. Todo mundo se faz de educado demais. Ficam só trocando elogios e comentando sobre seus recentes trabalhos. Aí de vez em quando, entra um vídeo de algum amigo de infância pra falar bem do convidado. COISA MAIS CHATA DO MUNDO.
Como todas as coisas que existem, no Japão é bem melhor. Nesse post você confere alguns comerciais. Nunca vi um programa parar pra fazer “merchan” de alguma coisa, e os comerciais geralmente são curtos e engraçadinhos, do tipo que é perfeitamente possível aturar alguns comerciais para acompanhar seu programa preferido.
E, no caso de programas japoneses, vale a pena resistir aos comerciais e assistir tudo. Atores, apresentadores, cantores, seja lá quem for, eles dão um jeito de tornar os programas interessantes. Ao invés de fazer como suas contrapartes brasileiras, os japoneses se soltam nos programas. Completos desconhecidos se tratam como se fossem amigos de longa data. Dificilmente a conversa se resume a uma interminável troca de elogios. No meio da conversa existem piadas e tirações de sarro. Como uma conversa normal e descontraída deve ser.
É claro, existem programas sérios, como jornais de notícias, onde os apresentadores não ficam fazendo piada toda hora. Mas os programas de variedades são divertidos, ao contrário dos programas brasileiros.
No Brasil, as coisas são ao contrário. As pessoas são educadas e sem graça na TV, e mal-educadas na vida real. TV é entretenimento, e nesse ponto, no Japão os programas são muito menos rígidos. Ninguém sofre censura por falar de algum programa de emissora concorrente, ou por falar de algum produto. Celebridades japonesas bebem Coca no ar, não “líquido preto genérico sem rótulo”. Não tem essa de “ator da Globo não aparece em programa da Record” ou coisa do tipo, mesmo porque muitas celebridades possuem programas em vários canais.
Brasil é um país cheio de hipocrisia. Eles querem mostrar um mundo perfeito de pessoas bonitas e educadas na televisão, sendo que a realidade brasileira é totalmente diferente. Tornar os programas de TV chatos não muda o país pra melhor, só deixa a televisão… pior.
*Ainda bem que eu tenho ESPN.
27 sábado fev 2010
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No primeiro dia em que passamos por Ginza, andamos muito. Um dos lugares pelos quais passamos é mostrado no vídeo acima, os arredores da estação Shimbashi, a poucos minutos de caminhada do centro de lojas de mulherzinha em Ginza, onde o Nagae comprou bastante maquiagem, falando que era pras primas dele (sei, até hoje a Karin não deve ter visto essas tais maquiagens). Foi aí perto que a gente almoçou no Pepper Lunch, o famoso lugar onde o casal simpático de atendentes tentou puxar assunto, e a gente bancou os retardados por não saber falar nihongo.
Enfim, assistam o vídeo acima, mais um exemplo de restaurante legal no Japão. Atenção para a educação do velhinho quando a mulher entra no lugar. Pois é, no Japão é sempre assim, você nunca é recepcionado por um atendente com cara de nádegas mal-lavadas.
01 segunda-feira fev 2010
O vídeo acima é mais uma amostra de que os comerciais no Japão são muito melhores do que os que passam no Brasil. Não apenas isso, o vídeo mostra um resumo de como deve ser a vida de um gato executivo. Como você pode ver, é uma vida bem dura. Mas ei, se o gato trabalhar bem, ele pode ser promovido e se tornar importante!
Um exemplo é a chefe de estação Tama. A estação de trem de uma cidadezinha estava pra ir à falência, quando os donos souberam que um felino estava atraindo a atenção das pessoas para uma loja perto da estação. Resolveram dar um emprego a Tama, que não apenas salvou a estação do abismo, como gerou mais de 10 milhões de dólares. Ela ficou tão famosa que apareceu até na CNN, a matéria está no vídeo aí abaixo.
Agora, uma pergunta pra quem odeia gatos: em quanto tempo você gera 10 milhões de dólares?
…
Pois é.
30 quarta-feira dez 2009
Posted in Diário de Bordo, Japão, TV
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Centro Pokémon, Domoto Kyoudai, Fuji TV, Odaiba, Shinjuku, Tsukiji
A gente só tinha mais dois dias no Japão, e ainda faltava um monte de lugar legal pra conhecer, além de outros lugares não tão legais assim. Como eu não quis resolver as diferenças na base da porrada, tive que seguir a democracia e visitar alguns lugares chatos antes de ir pra onde realmente importa. Bom, eu já tinha ido pra Kyoto mesmo…
Era um sábado, o tempo estava horrível, como vocês podem ver pelas fotos. Pelo menos, a temperatura estava agradável, ao contrário de quando visitamos Shibuya. Acordamos um pouco mais cedo do que o normal e fomos no mercado Tsukiji, o maior mercado de peixes do mundo. É um complexo de galpões gigantes cheios de peixes e outros bichos que vivem na água. A gente foi porque o Nagae gosta de pescar. Minha maior diversão lá foi tentar ficar em algum lugar que não atrapalhasse as pessoas e as máquinas passando de um lado pro outro. E eu odeio peixe.
Em seguida, demos uma passada no McDonald’s e fomos pro Centro Pokémon, em algum lugar em Tokyo. Não sei bem onde, só sabia mais ou menos a direção porque a gente passava na frente dele todo dia quando a gente tava em Chidoricho, na primeira estadia em Tokyo. Entramos, vimos que éramos os únicos adultos que não estavam acompanhando crianças, e saímos. Aí pegamos o metrô pra Shinjuku, um lugar grande demais pra se conhecer em poucas horas. Percebendo isso, decidimos parar de perder tempo e ir logo pra Odaiba. Foi uma decisão certa. Odaiba é bem melhor que esses outros lugares, eu percebi isso quando decidi usar fotos apenas de Odaiba para esse post, ignorando o resto.
Odaiba é uma ilha artificial, um lugar futurista mesmo pros padrões de Japão. Pegamos o monotrilho pra chegar lá. No começo, parece que você tá numa montanha-russa. O trem é todo fechado, mas fica bem no alto e, olhando pelas janelas, dá pra ver boa parte da cidade. Finalmente chegando em Odaiba, saímos na praia artificial, a única praia de Tokyo, aparentemente. Tinha uma modelo tirando fotos, e ela foi muito gentil em posar pra essa foto aí de cima. Tá, ela não “posou pra foto”. Mas parece, e isso é que importa.
Odaiba é um lugar muito bonito. Prédios modernos, shoppings com andares recortados e o próprio monotrilho atravessando a avenida principal. Ficamos pasmando durante um tempo, então andamos um pouco pela beira da praia, e entramos no Aquacity, que ao contrário do que o nome sugere, não é um parque aquático nem um aquário, e sim um shopping. Andamos um pouco e ouvimos uma voz conhecida: era a mulher com o macaco que vimos em Asakusa, fazendo show no meio do shopping. Ignoramos, porque o treco já foi chato da primeira vez, assistir pela segunda vez seria idiotice.
Depois, fomos finalmente pro prédio da Fuji TV, provavelmente o melhor canal de televisão do mundo. É o cartão-postal de Odaiba, é claro que tem uma loja que vende um monte de tranqueiras, é claro que tem lugares abertos ao público fazendo propaganda dos principais programas, é claro que tem um lugar alto pra caramba que é cobrado entrada, e é claro que a gente andou por todos esses lugares. Eu queria ter tirado uma foto de um pôster com todos os integrantes do Domoto Kyoudai, mas o Nagae regulou a câmera na hora. Valeu, Nagae. E sim, eu queria ter tirado uma foto de uma foto. O programa é legal, e eu gosto dos participantes, pô.
Já escurecia quando uma tia surgiu do nada e perguntou onde ela tava. Mas essa é uma história que merece um post à parte, então depois eu conto. Seguimos pro Decks, um outro shopping do outro lado da rua. Andamos, comemos ramen, e entramos no Joypolis, um tipo de parque de diversões da Sega, aquela do Sonic e do Megadrive. Eu esperava que o lugar tivesse máquinas de fliperama, mas tinha vários brinquedos de parques de diversão mesmo. Como eu descobri no Playcenter e do pior jeito que eu vomito fácil se exposto a giros e piruetas, preferi evitar maiores “emoções”, mas me diverti em máquinas de moedas e alguns brinquedos que não envolvem giros e vômito. Vale lembrar que fomos os últimos a usar um brinquedo lá, quando o lugar já estava fechando, e mesmo assim os funcionários estavam de bom humor e atenderam a gente muito bem. Pode ser que sintam vontade de morrer e gritem em seus travesseiros antes de dormir, mas o importante é que não demonstraram isso na nossa frente.
E lá se foi mais um dia bem aproveitado, exceto por termos ido em dois lugares chatos antes e de não termos tempo de conhecer Shinjuku.
A essa altura, já batia uma depressão.
O dia seguinte seria nosso último dia no Japão.
Eu não queria sair de lá porque tava bão.
E o Brasil é um cocôzão.
21 segunda-feira dez 2009
Posted in TV
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Post rápido pra trazer uma dica que o Nagae me passou.
Foi comprovado cientificamente que a TV japonesa é superior a qualquer programação de qualquer país. É verdade, um cara na internet que disse, e ele dizia ser um cientista, então, CIÊNCIA.
Por isso, trazemos para todos os nossos leitores um programa para assistir a programação japonesa ao vivo, disponível para download neste site. Assim, você pode conferir clássicos como esse aí de cima.
12 quinta-feira nov 2009
Posted in TV
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Quando eu fiz o post sobre Osaka, até tava animado em continuar e narrar logo o que aconteceu no resto da viagem. Aí o Marcio apareceu querendo falar bem de Kyoto e quebrou meu ritmo. Agora, o Nagae quer falar sobre nossa estadia em Kakegawa e o Marcio vai contar sobre a noite em que amarrou a Dani nos laços do matrimônio. Tudo muito bonito, mas esperem esses posts pra 2012. Isso se o mundo não acabar.
Enquanto isso, distraio o povo com pegadinhas do Mallandro rá! direto da televisão japonesa. O vídeo acima é uma pegadinha onde uma tonta moça muito inteligente vai investigar sobre a aparição de um kappa, um treco esquisito do folclore japonês. O pessoal da produção combinou de fingir que só ela vê/ouve o bicho, e o resultado é… engraçadinho, até.
Essa pegadinha é do mesmo programa daquele vídeo que já se tornou famoso nas internets, a pegadinha do atirador. Quem não viu, vê abaixo.
Uma última coisa: se você está lendo isso, deixa um recado aí nos comentários. Não precisa ser nada inteligente nem engraçado. Pode ser algo estúpido como “oi” ou “hoje eu vi um rinoceronte empinando pipa”. É só pra eu saber se estou escrevendo pra nada ou não.
Ou que tipo de gente tá lendo isso aqui.
Dependendo, eu adiciono mais palavrões.
22 quinta-feira out 2009
Posted in TV
Quando estamos assistindo televisão e entra o comercial, é natural mudar de canal. Foi pra isso que o controle remoto foi inventado, pra sentarmos nossas bundas no sofá e procurar alguma coisa melhor na TV da maneira mais sedentária possível.
Isso acontece porque os comerciais no Brasil são chatos. No Japão, eles dão um jeito de tornar as coisas mais interessantes, até mesmo durante os comerciais.
Uma prova disso é esse comercial do chiclete Fit’s aí em cima. No Japão, eu ficava trocando de canal PROCURANDO esse comercial.
Fala aí, a musiquinha é viciante, hein?